Buscai o Senhor e o seu poder; buscai perpetuamente a sua presença. (Sl. 105.4)
 
     
     
     
     
 
 
 
 
 
 
 
 
     
 
   
   
 
       
 
Sendo natural com Deus
 


 

 

   
Cada um é quem Deus o criou para ser. Muitas pessoas passam toda a sua vida tentando imitar ou parecer outra pessoa, mas somente quando percebemos quem realmente somos e aceitamos isso com alegria podemos caminhar com a autoridade e no dom que Deus nos deu, porque Ele tem um propósito e um dom PARA TODOS.

Muitos, também, tentam envolver a todos durante o período de louvor e se incomodam quando alguém não segue as orientações do líder. Isso é agir fora do Espírito. A adoração não está no gesto, no que se faz ou para que o líder e os outros vejam. Também não está no estilo musical, porque estilos surgem e desaparecem – mas Deus é o mesmo sempre. Uma igreja – ou sua adoração – construída em torno de um estilo da moda pode estar “fora de moda” em pouco tempo.

Outros, ainda, são atraídos pelo ministério de adoração por causa do reconhecimento, do barulho da multidão, da grandiosidade que um grupo pode atingir para o homem. Mas o verdadeiro adorador não tem medo das pequenas tarefas e se alegra em servir. Deus se alegra com a oferta de adoração verdadeira, de coração; não precisamos fazer nossa oferta mais doce do que ela verdadeiramente é.

Alguns se tornam insensíveis ao Espírito porque se esforçam para fazer de TODOS os cultos uma ‘coisa grandiosa’, independente da ação do Espírito. É essencial que haja cultos, digamos, “menos intensos”, porque a exortação, assim como o arrependimento, é necessário, e Deus se agrada tanto do “mover grandioso” quanto do silêncio, quando ELE acha que é necessário. Deus não precisa de nossa ajuda; Ele é grande e poderoso o suficiente para agir profundamente, independente do que consideramos grandioso aos olhos dos homens.

A manifestação da presença de Deus na vida de uma pessoa não precisa fazer dela uma pessoa “esquisita”. Muitos não-cristãos não sentem prazer em estar ao lado de cristãos por causa de atitudes carnais e esquisitas que os cristãos pensam ser orientados pelo Espírito. Jesus não era esquisito; a presença de Deus em sua vida ia além das atitudes, mas gerava transformação. Essa é a verdadeira manifestação do Espírito: a que atrai o pecador e transforma sua vida naturalmente.


Don Moen